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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Limites!!!

Galerinha querida, aí vai mais uma dica de leitura em que estou me aprofundando, afinal tenho uma pré-adolescência para encarar logo, logo: A arte de dar limites - Como mudar atitudes de crianças e adolescentes, de Luiz Hanns.

É um livro com diversas discussões acerca de problemas comportamentais e de como lidar com eles - o livro é recheado de exemplos. Problemas que podem atingir em cheio nossas famílias independente da idade dos nossos filhos. Pressupõe a ideia de Educação Pensada (em contraposição à Educação Corretiva), que consiste num sistema maior e entendimento, de aplicação de limites e estímulos para se obter mudanças profundas de atitude.

"Um caminho transformador não só para os filhos, mas também para os pais."

Fica a dica ;o)
BJKS Barulhentas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Pais Liberados, Filhos Liberados...

Este é o título de mais uma dica de leitura, meus amores...
O livro de Faber e Mazlish, nos dá dicas, técnicas e exemplos de como melhor nos comunicarmos com nosso filhos, baseada nas experiências das autoras enquanto participantes de um grupo de pais orientado pelo psicanalista americano Dr. Ginott.

Infelizmente o livro está esgotado nas livrarias, mas pode ser encontrado em sebos e bibliotecas de psicologia e comportamento infantil. Inclusive, na internet existe a possibilidade de links para download.

As dicas são simples, diretas e até bastante óbvias... Mas, muitas vezes, estamos perdidos e não sabemos como reagir a determinadas situações em que as crianças no metem não é mesmo??? Tomar consciência de nossos sentimentos e de nossos filhos, nos faz visualizar as coisas de uma maneira mais positiva e assertiva para resolver pequenos conflitos do dia a dia. Sabe que, na minha opinião, as dicas do livros servem para todas as relações humanas, na verdade.

Li por indicação da coordenação da escola em que a Laura estuda, pensando em me preparar para o que está por vir com a chegada da adolescência. Gostei bastante.

BJKS Barulhentas
;o)

sábado, 11 de abril de 2015

Biscoitinhos de Mel para a Páscoa...

Oi Galerianha amiga... quanta saudades...
E quanta doçura... Páscoa com família e amigos é tudo de bom né?

Lembra dos cookies? E dos cupcake´s? E das casquinhas pintadinhas?
Este ano presenteamos a quem amamos com biscoitos tipo pão de mel. A receitinha foi a Vó Lirdia quem nos passou... e, de mão em mão e, de geração e geração, vamos transmitindo muito carinho e doçura em receitinhas que as crianças podem fazer (com supervisão sempre!) com a maior dedicação e alegria!!!
 
 Foto de Joseane Mendes Dias.   Foto de um usuário.

 
Foto de Joseane Mendes Dias.
 
Ficaram simples - faltou aprendermos melhor como decorá-los - mas, modéstia à parte ficaram uma delícia...
 
Estou, em diversos momentos, fazendo isso: criando, pensando e incentivando a Laura a não consumir tudo pronto... Primeiro, por que acho que dedicamos mais amor e tempo a cada situação e a cada presenteado... Depois, por que estou em busca do que é mais saudável para mente, corpo, alma e, por que não dizer, para o bolso também...
 
Nesta receitinha usamos mel da casa do Opa e da Oma, farinha integral e calda de limão... Ficou diferente, né? Ah, e não precisa ser só para a Páscoa, não é mesmo? Em que datas comemorativas poderíamos presentear com pão de mel???
 
BJKS Barulhentas

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ação Solidária...

Ok, as postagens estão atrasadas e misturadas... mas não menos importantes, hehehe.
Todos os anos, na escola, temos o super evento (mãe coruja eu???) de dança... e as bailarinas precisam deixar seu cabelo mais crescido para conseguir fazer os penteados perfeitos. E com isso, deixamos sempre para cortar o cabelinho da Laura após o Festival. 
 
E daí que, a partir de uma atividade de aula de inglês, fomos ao cabelereiro com o firme propósito de cortas nossas madeixas para doação para algum órgão que cuide pessoas que tem câncer. Que pudessem, é claro, fazer perucas para estas pessoas...

 
Levamos as mechas para o Projeto Vida de Indaiatuba. No dia a Laura ficou bastante ansiosa e tímida... mas ao anoitecer me confessou estar com sensação "de ter feito uma coisa boa e importante".  Me sinto bem em ensinar minha filhotinha a fazer o bem e se doar...
 
E, gente, sinceramente, não custa nada... Acho que faremos isso mais vezes...
BJKS Barulhentas.

sexta-feira, 7 de março de 2014

As tais das Provas Escolares

Bom Dia Galerinha Animada!

Vamos lá, que neste momento ânimo é o quê não pode faltar!!! Inicia-se a fase de provas para a minha filhota!!!

Questionadas como forma de avaliação acadêmica/pedagógica, as tão temidas provas acabam sendo, mesmo, o recurso mais utilizado pelas escolas para medir e registrar o desenvolvimento  e evolução dos alunos. Na escola em que a Laura estuda, as provas começam a valer, realmente, a partir do terceiro ano do ensino fundamental. Antes disso, as crianças são "ambientadas" e acostumadas à proposta através das "atividades-segredo", que não são definitivas para a avaliação final.

Na próxima semana teremos nossa primeira vez... Ansiedade, certamente! Mais minha do que dela!!! E, juro, estou estudando com ela, e tentando não transmitir esta ansiedade toda. Afinal, é uma coisa da qual ela não pode escapar e quanto mais segura e tranquila estiver se sentindo, melhor!

E confesso: no primeiro dia em que sentamos juntas para estudar - PÂNICO - ela não sabe nada, não prestou atenção em nada, não lembra de nada... O que eu devo fazer?!?! A Laura sempre se divertiu na escola. E sempre fiz questão disso! Estudar, aprender, não pode ser uma tortura. Mas as vezes a gente se questiona se não virou brincadeira de mais e nos esquecemos da parte séria? Sério, comprometido, responsável, não precisa ser chato e torturante, mas precisa ser em si Sério, Comprometido e Responsável, certo? Outro problema: NÃO SOU PROFESSORA, não sei como fazer, nem por onde começar?!?!  Experiência própria: muita calma nesta hora, respire fundo e pense como você gostava de estudar, como você sentia mais eficácia no seus estudos, o que você gostaria que tivessem feito como você para ajudar na hora das provas???

Nós nos organizamos assim: um dia para cada matéria, organizados conforme o calendário das provas... Lemos, escrevemos palavras-chave e fazemos anotações do que achamos realmente importante, simulamos exercícios e refazemos exercícios já feitos em sala de aula. Daquilo que temos dúvidas, pesquisamos na internet. Já aquela matéria que identificamos ter maior dificuldade, enfatizamos mais, repetidas vezes, de diferentes maneiras. Me preocupo um pouco com a concentração da Laura na hora de executar as provas... mas bem, quero acreditar que não seja característica exclusiva da minha filha... Bom, vamos ver como ela vai se sair. Conto depois, ok?


BJKS Barulhentas de um dia com muita chuva...

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Sobre "outro" tipo de Abuso

Do Blog Vida Materna:
fonte
Guest post escrito por Luzinete R. C. Carvalho.

 "Saímos para passear, na volta encontramos duas vizinhas na calçada, Francisco e eu paramos para dar "oi".

Elas puxam conversa, blá blá blá para lá, blá blá blá para cá, e um pedido de abraço para cá, um pedido de beijo para lá, ambos negados, e uma delas solta:

- Ele é tímido né? 

- Quando entrar na escola melhora! - Completa a outra como se a postura do Francisco fosse algo ruim.

Sou obrigada a responder:

- A sua netinha tem a idade dele e vai para a escolinha desde bebê não é? E também não gosta de se aproximar muito de estranhos! De modo geral crianças não gostam de intimidade com pessoas estranhas, e isso na verdade é muito bom.

- Ahhh, mas nós não somos estranhas! 

- Dona Fulana, a senhora já entrou na minha casa? 

- Não.

- O Francisco e eu já entramos na sua casa? 

- Não.

- Então a senhora é um estranha para ele sim! Na verdade, para mim também, mas eu já sou adulta, entendo melhor essas carências sociais, e se a senhora quiser um abraço meu eu dou! Se não acha que somos íntimas o bastante para me pedir um abraço, então também não é íntima o bastante para pedir um abraço para ele."

Este tipo de situação é bastante comum, acontece sempre, certa vez, em uma lanchonete, Renato se ofereceu para beijar a atendente que insistia em pedir beijo para o Francisco, dissemos, ainda bem humorados, que se ela estava assim tão carente de um beijo, que o Renato poderia beijá-la...

Impressionante como as pessoas abusam das crianças! 

ABUSO SIM! Quando forçamos uma criança a beijar, abraçar, ser tocada por outro, contra a vontade dela, isso é abuso, desrespeito, agressão.

Vale inclusive se for outra criança! Vale se for por alguém da família, até mesmo se for alguém que tenha intimidade com a família! 

Vale se a situação for a de forçar um bebê a ir no colo de outras pessoas.

A questão é que se foi forçado, foi um abuso.

Na verdade, até quando a criança age assim de forma espontânea precisamos estar atentos.

Devemos tratar as crianças com respeito, com empatia, devemos ensinar que o corpo delas deve ser respeitado, que há limites que devem ser ditados PELA CRIANÇA! 

Quando forçamos uma criança a beijar, abraçar ou permitir que a beijem ou abracem contra sua vontade, sob pena de ser considerada mal criada, "tímida" ou mal educada, estamos agredindo um pequeno ser que precisa ser protegido.

Quando expomos  uma criança a isto, estamos passando a perigosa mensagem que criança boazinha é aquela que se permite ser tocada, que criança "boazinha" é aquela que expressa isso através do contato corporal, que a criança "boazinha", e portanto, a aceita pelos outros, é aquela que não coloca limite sobre seu próprio corpo.

E, infelizmente, não vivemos dias em que podemos passar este tipo de mensagem para nossas crianças! 

Elas precisam aprender a se proteger de todo tipo de abuso, e mais do que gastarmos palavras vazias para explicar para crianças pequenas sobre o mundo terrível em que vivemos atualmente, devemos apenas deixar que o instinto natural que elas possuem as proteja! 

Devemos explicar conforme a idade, conforme a necessidade, mas a proteção mais efetiva que podemos oferecer para nossas crianças é através do RESPEITO que começa dentro de casa, começa através do pai, da mãe, dos familiares próximos.

E respeitá-las, inclusive, deste tipo de agressão aparentemente inocente e inócua, mas que não é.

Ensinar bons modos para as crianças é ensinar a cumprimentar, a se despedir, e isso não precisa ser obrigando a criança a ser tocada, abraçada, beijada.

Dê você os abraços e beijos que a sociedade carente e abusiva tanto necessita! 

Reflita sobre quais mensagens a SUA postura está transmitindo para seus filhos! 

Reflita se você está ensinando sobre respeito próprio. 

Se você não os respeita, se você não os protege, como eles poderão se defender sozinhos?

Pois no fim, precisamos entender que abuso é sempre abuso, não há diferenças...

Reflita.



Luzinete R. C. Carvalho é psicanalista apaixonada pela mente e pela Alma humana, esposa do maravilhoso Renato, mãe do lindo Francisco de 4 anos, que a ensina a cada dia novas maravilhas sobre o mundo, a Vida e os seres humanos. Deixou temporariamente os consultórios e os auditórios para viver a maternidade com alegria e plenitude. Atualmente está desenvolvendo um projeto que colocará a Psicanálise a disposição da Maternidade e Paternidade ativas, sendo a ferramenta para a busca do auto conhecimento e para a construção de famílias conscientes, integradas e felizes.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Atividades: Vida atribulada

Inicio de ano é complicado, não é mesmo? Voltamos das férias quase precisando de folga, de tantas coisas que queremos fazer em poucos dias e... já temos que novamente entrar na rotina, que normalmente é muito, mas muito mesmo, mais corrida que a do período anterior...

No inicio do ano temos que acertar as contas, arrumar a mochila; e os materiais; e os uniformes; e a agenda da escola... e o que mais mesmo da escola? Ah! A reunião para conhecer os professores... Também o retorno à aula de música, de equitação, de... E daí aquela pergunta: "mãe eu vou fazer inglês este ano? Mãe, posso fazer aulas de desenho... Mãe, a "fulaninha" vai fazer escola de circo, também quero...  vai ter xadrez na escola...e por aí a fora..."

E, daí que a Laura entrou para o 3º ano do ensino fundamental. A carga horária é um pouco maior, o conteúdo é um pouco mais extenso e começam as provas para valer! E, daí que você também não quer negar oportunidades para sua filha, você quer ampliar seus horizontes, incentivar novas amizades...

Socorro! O dia só tem 24 horas para a criança, que como já comentamos em outros posts, precisa dormir, precisa um tempo para brincar, e outro para não fazer nada e abstrair... kkkk, isso sem comentar que NÓS - isso mesmo nós mamães (ou papais ou quem os cuida) precisa de tempo para comer, ir a banheiro, etc, etc, kkkkk. Nossa! São decisões simples, mas que devem ser pensadas e discutidas em família  - organizadas, para que todas as atividades não se transformem numa tortura estressante e surtam efeitos beeeemmm negativos.

Outro dia vi esta discussão num programa de TV. E, tanto o pediatra quanto a psicopedagoga que estavam sendo entrevistadas (desculpe, não anotei seus nomes) afirmavam: criança precisa brincar, precisa do lúdico, precisa descansar e precisa participar de algumas decisões que envolvem o seu dia a dia. Eles sugeriram que crianças  de até 5 anos de idade, não tenham atividades extras; além da escolinha. Para que possam ter um tempo maior para absorver o conteúdo aplicado, brincando... A partir dos 6 anos, duas atividades extras podem ser incorporadas à rotina, não mais.  A sugestão é que uma delas seja uma atividade física e outra intelectual. Somente lá pelos 12 anos, o pediatra sugeria que as crianças ocupassem seus dias com mais atividades... E eles ressaltaram que não é saudável, para crianças pequenas, incentivar a competição e a concorrência - contrariando o que muitos pensam, hoje em dia, não é verdade?

Em concordo com eles. Sempre acreditei que criança tem que ser criança e BRINCAR.  Inclusive, penso que muitos de nós, adultos, sofreríamos menos de estresse se tirássemos um tempo para brincar e descansar não é mesmo??? Outra: sempre acreditei que devemos considerar a opinião dos pequenos e conversar muito com eles para tomar algumas decisões. E que tudo tem um objetivo... No nosso caso, a Laura acredita ter descoberto uma atividades física de que gosta e se sente capaz, a equitação... E faz, há dois anos, outra atividade intelectual de que aprecia: a música, que incentiva o raciocínio, a concentração e a leitura e proporciona relaxamento. Ok. Duas atividades extras. Agora, com 7 anos, ela passou a se interessar por outros assuntos. E, como vocês, sabem, ela precisa se integrar, fazer novas amizades e desenvolver autonomia. Então, por que não acrescentarmos mais alguma coisa? Ou o inglês, ou o desenho, ou o xadrez, ou a aula de circo? Vamos experimentar.
E vocês? Como organizam o seu dia a dia? Que atividades extras seus filhos fazem... como eles se sentem com relação à carga horária de atividades?

BJKS Barulhentas de muita saudades de vocês...

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

PRATO CHEIO DE IDEIAS

Por Fabiane - Chef do Restaurante Hilda G Gastronomia 

Tenho três filhos, Francisco de 10 anos, Joana de 08 e Antônio de 03 e, adivinhem, não é fácil contentar essa turminha na mesa, mesmo sendo chef de cozinha tenho problemas com alimentação de meus filhos.
Escolhi esse assunto porque são comuns queixas da falta de apetite, cardápio muito restrito e falta de ideias para tornar a alimentação um prazer e não um tormento família...r. Alegro-me ao ver crianças comendo com vontade e experimentando novos ingredientes sem preconceitos. Acredito que está em nossas mãos o poder de ampliar o paladar de nossos filhos para que sejam adultos saudáveis e desenvolvam uma bagagem gastronômica capaz de permitir que se adaptem ao ambiente multicultural que o futuro irá lhes trazer.
Então selecionei algumas DICAS que tem funcionado em minha casa:
PRIMEIRA, a melhor maneira de incentivar uma criança a comer de forma saudável é darmos o exemplo. Então, não expresse opinião negativa sobre ingredientes que você não gosta. Experimente novos sabores e incentive seu filho a fazer o mesmo. Quanto mais cor no prato melhor para apresentação e para a saúde da família.
SEGUNDA, o paladar de uma criança é muito apurado e sensível, muita ATENÇÃO ao sal, a pimenta e aos excessos de temperos. A introdução ao mundo de sabores deve ser gradual.
TERCEIRA, envolva a criança no processo de compra de frutas, verduras e na medida do possível na elaboração de algumas etapas do preparo da refeição. Eleja a fruta predileta da família, crie campeonatos com desafios de olfato e paladar. A dica de ouro é comprar frutas da estação, pois terão melhor sabor e doçura “a primeira impressão é a que fica”, mas nada de apelar para o açúcar (deixe isso pra avó).
Cultivar vegetais também pode auxiliar, e nesse jogo vale até o copinho com algodão úmido e feijão. Ao viajar, tendo oportunidade visitem lavouras, pomares, conheçam animais mostrem de onde vem a comida. Isso poderá ser um grande aliado na eterna briga dos pais para ver um prato vazio na frente de seus filhos.
Minha ÚLTIMA DICA, e certamente a mais difícil, tente manter o convívio da família na hora das refeições, lugar tranquilo também ajuda e com a menor interferência de aparelhos eletrônicos.
 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Sexualidade e Infância

Achei a explicação simples, clara e legal...
Sexualidade é um tema que por vezes nos deixa preocupados, gira em torno de diversos tabus, e causa muita preocupação nos dias de hoje... Como abordar? Com o quê devemos nos preocupar?
A Psicóloga Infantil Daniela de Faria, dá a sua explicação sobre o tema, vê só:

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Perguntinhas engraçadas em um momento histórico ;o)

Bom Dia Galerinha... Como andam os ânimos? Acirrados com a possibilidade de uma revolução nacional? Ou algo até maior? Como seus pequenos estão encarando tudo isso?

Aqui em casa, a Laura está passando mais ou menos alheia... na verdade, eu estão tão na dúvida com relação a tudo o que pode estar por vir, que não fiz muita questão de que ela se desse conta da importância do momento... não por enquanto ao menos... Não que eu não julgue importante - quero deixar isso bem claro - é fundamental explicarmos estes assuntos aos nossos filhos, mas prefiro entender melhor a situação, avaliar melhor os fatos, antes de levantar qualquer bandeira...

De qualquer forma, civismo, cidadania, respeito e sociabilidade são temas que devemos sempre ensinar aos nossos filhos, seja com a ajuda da escola ou não... E por coincidência, o filme "bola da vez" é O Lorax - Em busca da trúfula perdida. Imagino que a maioria conheça a historinha,  mas aí vai um resumo:  desmatamento por causa de ganancia por poder e dinheiro, propaganda de massa ditando comportamento, falta de informação e ação da população... e uma esperança - "ao menos que você se importe de montão, nada vai melhorar, não vai não"! Puts! Tudo a ver  com o momento, né?!?

 
E daí que a Laura questiona tudo agora... E, enquanto assistíamos ao filme, ontem, conversamos muito. Altos papos cabeça ;o) Muitos comentários legais, importantes, maduros, e muitos questionamentos... Até que veio a tal pergunta, pertinente aos filme e aos mil comportamentos avaliados, kkkk: "Mãe, como a gente faz para saber se um menino está fazendo algo somente para nos impressionar, ou se está mesmo, assim, fazendo algo de verdade porque gosta mesmo da gente?" - caramba! O que responder? Kkkk - Criança é tudo de bom, né?

Beijocas Barulhentas

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Incentivos à leitura e escrita

Olá Galerinha!
Curtindo um feriadinho?

Nós estamos, com certeza, curtindo um descanso merecido! Principalmente o papai, né?!? Que sempre está tão ocupado... Mas "bora" lá falar do nosso post de hoje, hein? Hehehe, nada que não possa ser aplicado e muito divertido para os dias de folga, também, né?

Tá, já não é novidade alguma que a Laura está no segundo ano do ensino fundamental, ou seja, em pleno andamento da alfabetização e seus aperfeiçoamentos... no início da semana, aconteceu uma das reuniões da escola, em que temos o feedback do desempenho dos nossos pequenos e quando pudemos esclarecer muitas dúvidas... E a principal foi: a tão temida letra cursiva!



Como diz a amiga Fernanda: letra cursiva é treino. Somente isso. Quanto mais treino, mais bonita a letra e mais automática/instintiva fica sua escrita. Ponto final. Ok! Daí venho eu, traumatizada de tanta caligrafia que fiz na escola e com um "asco" da tal da letra cursiva, inventando maneiras de "treinar" sem cansar, hehehe. Afinal, tudo o que é prazeroso, divertido e consensual, flui com maior facilidade, não é mesmo? Já o que se torna maçante... aff! Vamos, lá, algumas ideias:

- A Fernanda mesmo sugeriu aqueles livrinhos que vem com caneta de lousa, que dá para apagar mil vezes e fazer de novo. Tem uns lindinhos, com desenhos e.. e?? Sim, letras cursivas!

- Mais uma ideia da Fernanda: bilhetinhos animados e fofos, escondidos na mochila, na lancheira, ou na agenda, que devem ser lidos e respondidos pela criança, que tal? Amei...

- Aqui em casa, anda rolando a tal caça ao tesouro... cujo prêmio é um cartão, com gravuras e texto, é claro... há tem ainda os mapas, hehehe. Fez o maior sucesso e gerou muitas risadas neste feriado.

- Outra coisa que está funcionando com a Laura: diário. Isso mesmo! Aqueles com "chavinha', de contar segredos... só que a Laura escreve o que sente, e também, leva para os amigos escreverem para ela ter como recordação... Ok. Nem tudo o que é escrito vem em cursiva, mas treina a leitura e a escrita de qualquer forma... e incrementa a autoestima, os vínculos e a análise crítica...

- Lembra do post dos livrinhos? Incentive seu filho a registrar uma história e fazer muitos desenhos lindos... mostre para todo mundo... ele vai ficar tão orgulhoso ;o) Além de treino, de incentivo à criatividade, sai cada "pérola", isso sem mencionar a recordação de mais etapa...

Hum... o que mais? Alguma sugestão? Porém, uma coisa é certa: cada criança tem seu tempo, e seu jeito... e precisa de estímulo, incentivo e carinho... As vezes cobrança de mais, ou críticas excessivas, só prejudicam a autoconfiança e podem até atrasar o processo, ok?

Beijocas Muito Barulhentas... e Bom Findi!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Lição de Casa

São 14hs e 30 min. Acabamos de fazer a nossa lição de casa de hoje...
Tudo certo e guardadinho dentro da mochila, esperando pela correção da Prô, amanhã, lá na escola.
;o)

Busquei este assunto para publicar no Blog, hoje, por que foi tema de discussões entre algumas mães, na semana passada.  E, bom, sem querer fazer alusão à esta ou àquela pessoa em particular... temas discutidos, acabam sempre sendo temas interessantes para se pesquisar, e postar aqui no Blosg, ok?

A Laura curte fazer lição de casa. E, portanto, não tenho muitos problemas com isso. Porém, muitos pais têm dificuldades em "delimitar" o seu envolvimento com a lição de casa dos filhos. E são tantos os pontos de vista... Hoje, conversei com a professora da Laura e a Coordenadora Pedagógica da escola sobre o assunto - sanei algumas pequenas dúvidas que eu tinha e reafirmei o meu posicionamento. Depois, pesquisei na net e, entre muitos materiais legais, encontrei uma publicação bem completinha sobre "Lição de Casa", no site da revista Educar para Crescer.

Não deixe de dar uma espiadinha em:
(depoimentos de profissionais, posicionamentos, dicas e atividades)
 
 
Destaco algumas dicas/posicionamentos pessoais:
 
- Procure deixar seu filho descansar da escola e de outras atividades físicas ou intelectuais, antes de iniciar a lição. Uma cabeça descansada tem mais disposição. Porém, fazer a lição muito depois da escola, predispõe a criança a esquecer a orientação dada pelo professor.
 
- Auxilie seu filho, proporcionando um ambiente calmo, iluminado, com assento adequado  (mesas muito altas ou baixas prejudicam a postura) e recursos para que ele se concentre sobre o tema proposto. Nem sempre a lição deve ser desenvolvida na escrivaninha... Tem cola? Tem tinta? Tem observação? Tem pesquisa na Net?
 
- Como diz a figura acima, lição de casa é participação. Isso, nem de perto, significa que você tenha que dar respostas prontas para seu filho. E sim, estimulá-lo a pensar. Dar subsídios. Mas, com certeza, significa que você deve saber sobre o que é a lição de casa, significa dar uma conferida nas respostas e sugerir correções.
 
- Se, no seu trabalho, você precisa do Ok do seu chefe acerca das atividades que você desenvolve, imagine uma criança em fase de alfabetização. Pense nisso! Sou da turma dos que pensam que devemos nos envolver  com a lição de casa, sempre! Auxiliando, estimulando, cobrando, tomando... enfim, até o final do ensino fundamental, pelo menos. Em maior ou menor intensidade, conforme a evolução  e as necessidades de cada aluno.
 
- Estimulo a autonomia e a organização para com a Laura. Ela deve ler o enunciado, completar a atividade, sanar dúvidas. Eu a faço observar sua produção. Fazer uma análise crítica - identificar os próprios erros. Tento incentiva-la a fazer o melhor possível, dentro de um prazo de tempo adequado para a tal tarefa. Se tudo ok, ela mesma deve organizar, guardar e preparar o material para o dia seguinte. Mesmo que às vezes seja necessário a minha supervisão ;o)
 
- Ainda, para reforçar, peço que fique atenta a explicação e correção das atividades, que o professor fará em sala de aula, junto com os amigos. Peço que preste atenção em todas as possibilidades de resposta... Isso funciona? Não sei. Estamos começando... A Laura está no segundo ano do ensino fundamental - a nossa antiga PRIMEIRA série... Por enquanto, tudo certo! Sem birras ou bringas, ou descaso... com argumentação e interesse. Para nós, isso é o que vale! Entenderam o por quê do nossa lição de casa?
 
BJKS Barulhentas ;o)

terça-feira, 23 de abril de 2013

Tem criança na cozinha!

Já fazia tempo que não "zapeávamos" a TV para descobrir o que há de novo, e o que poderia ter se tornado interessante... As correrias foram tantas no início deste ano, que, confesso, a programação da televisão deixou de ser prioridade. A Laura precisava voltar à rotina... e, melhor que isso, estabelecer uma nova rotina: de estudos, de atividades, de brincadeiras de amizades...

De uma forma bem natural a TV ficou de lado... bom né? Eu acho que tem muita programação infantil de qualidade hoje em dia, e também acho que a televisão pode e deve ser nossa aliada. Mas procuro ser criteriosa quanto ao conteúdo e ao tempo gasto paradinha ali na frente da telinha ;o) Não são raras as vezes em que discordo do que a maioria das pessoas pensa de determinado programa, e também daquilo que os críticos publicam, viu! Nem 8 nem 80!!! Sempre faço a minha avaliação. Sigo meus  valores e princípios e procuro  orientar a Laura a este respeito.

Esta semana elegemos alguns canais e programas diferentes dos habituais e aproveito para destacar o programa "Tem Criança na Cozinha" - exibido diariamente no Gloob às 19hs 30 min. Na série, produzida pela Samba Filmes, Luisa, uma adolescente de 15 anos, prepara diferentes pratos com a ajuda de Luigi e Edu - dois garotos que irão aprender muito de culinária e certamente farão muita bagunça na cozinha. ;o)

O programa traz diversão e deliciosas receitas para crianças sob a direção de Luis Igreja. A consultoria de receitas fica por conta de Fabiana Figueiredo, uma das sócias do Ateliê das Ideias, que oferece cursos de culinária para crianças e adultos. A Laura, que nem curte uma cozinha - imagina, capaz! -  ou coisinhas gostosas, kkkk, amou! E eu, particularmente, achei o programa super bem feitinho ;o)

Fica a Dica ;o)

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Treinando Autonomia...

Olá Galerinha!

Ontem iniciei uma nova experiência: treinar a autonomia da Laura. Não sei o que vocês pensam sobre isso, mas repara só no prognóstico, kkkk. A Laura tem 6 anos, é filha única, não temos familiares morando próximos da gente, e não trabalho fora de casa. Resultado: somos muito dependentes uma da outra, kkk.

Observando o comportamento de outras crianças e algumas de suas necessidades e conversando muito com especialistas a este respeito, resolvi dar um "empurrãozinho" a mais aqui em casa. Não que esta " nossa" dependência seja um problema agora, mas poderá vir a ser no futuro, concordam?

Bom, de que forma incentivar a autonomia de uma criança com segurança? Imagino que isso seja o que mais nos incomoda nos dias de hoje... para mim é! E de que maneira a criança percebe isso, sem que a ruptura seja abrupta?

Acredito que nada melhor que o ambiente controlado. Então, comecei com algumas medidas simples: delegar pequenas responsabilidades, as quais ela deve executar sozinha, sem minha supervisão, e que serão avaliadas somente no final: lição de casa e organização da mochila, comidinha para a cachorrinha, cuidados com o suas coisas e seu quarto... Tá, até aí nada de mais, certo? Já viemos fazendo isso desde o finalzinho do ano passado. Outra coisa que tenho feito é deixa-la em festas de aniversário de amiguinhos, sem a minha presença.

Para incrementar o ritmo comecei a deixa-la sozinha em casa - com o celular do lado - por 30 minutos, enquanto busco o papai no trabalho. Ela foi orientada a ficar vendo TV ou brincando, a usar o telefone se sentir solitária, e a pedir ajuda a uma vizinha - com quem combinei que estaria fazendo isso ;o). Está dando tudo muito certo, há dois meses!

Então ontem, experimentamos mais uma coisa: uma vizinha, que mora  a duas quadras de casa - moro em condomínio fechado - me convidou para participar de uma oficina de patchwork, que amo! A questão decisiva era que as aulas aconteceriam a tarde, no horário inverso da escola. Sempre que fiz atividades extras, procurei fazer enquanto a Laura estivesse na escola... Hummm, pensei: ela pode ir junto. Mas também, ela pode tentar voltar para casa para buscar brinquedos, ou ver TV se sentir que está chato para ela. No condomínio não há risco de assaltos ou atropelamento. E ela já sabe usar o interfone. E a vigilância monitora todos os nossos movimentos por câmera, caso algo urgente aconteça. Vamos tentar...

Olha gente, ontem foi o primeiro dia. E tudo transcorreu muito bem. A Laura foi comigo, com a intenção de fazer uma obra de arte. Depois voltou duas vezes em casa, para procurar a cola e para pegar a câmera fotográfica. Foi bem legal! Acho que aos pouquinhos vai! O que vocês acham?

Beijocas Barulhentas
;o)

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Rotina de estudos

MO115Outro post (dica, experiência, posicionamento) bem legal, lá da turma do Mundo Ovo. Oh, blog gostoso este hein, galerinha... Vocês já pensaram na rotina de estudos dos seus filhos? Como fazem? Há diferentes formas de organizar a "vida acadêmica" e as responsabilidades dos pequenos? Como, quando, onde versus em que idade?

 Dá uma conferida lá, e uma comentada por aqui: http://www.mundoovo.com.br/2013/criando-uma-rotina-de-estudo-para-meu-filho/

quarta-feira, 27 de março de 2013

Realidade x Fantasias - Páscoa

As crianças vivem num mundo fantástico, do imaginário e das emoções. E isso é muito bom para que consigam organizar seus pensamentos e sentimentos. Mas, chega um momento  em que a fantasia não pode substituir a realidade,. E, a criança precisa entender a diferença entre estas duas coisas. Faz parte do amadurecimento e do crescimento. Este tipo de discussão sempre surge quando temos datas especiais muito ligadas a personagens fantasiosos, como a Páscoa e Natal, não é verdade? Isso sem mencionarmos valores morais ou éticos e religiosidade.

Personagens lúdicos nos contam histórias, ok... nos dizem o que é certo e errado, e criam identificação. Então, quando e de que forma devemos falar a verdade para nossos filhos sobre o Coelhinho da Páscoa e o Papai Noel, por exemplo? Até que ponto estas fantasias podem tornar-se prejudiciais?

Sabem, tive, há aproximadamente dois anos, alguns problemas com a Laura no que diz respeito à fantasias e realidade. Fiquei bastante preocupada por que julguei que ela poderia estar fazendo uma depressão infantil. Com a ajuda de uma psicóloga e, também, da escola, identificamos um excesso de fantasia... A Laura fugia da realidade que não a agradava ou não compreendia, usando e abusando da fantasia; a ponto de querer "voar" numa avenida movimentada aqui da cidade - pensem no susto!

Resumindo: três meses de terapia, muita conversa e olho sempre aberto. Hoje conversamos muito com ela. Gostamos muito das fantasias (nos emocionamos na Disney com cada personagem) mas deixamos muito claro o que é realidade e o que é "faz de conta"!

Na Páscoa passada, a Laura dormiu na casinha para esperar o Coelhinho, lembram? Este ano, não falamos nele. Mostramos para ela outras simbologias, de acordo com os nossos valores: a cultura de pintar ovos, de presentear e de se reunir em família. E incluímos ela nas discussões sobre religiosidade. A Laura passou a frequentar a escolinha dominical da igreja que frequentamos.

Foto  Foto

Outra coisa que fizemos, foi economizarmos, juntos, num cofrinho especial, o dinheiro para comprar o ovo de chocolate da família. Foi muito legal! Acho que também conseguimos unir o aprendizado sobre o dinheiro, sempre muito útil, kkkk ;o)

Não precisamos, pelo menos por enquanto, destruir a fantasia de maneira drástica... ela, está entendendo, aos poucos, que existem outras interpretações, outras culturas e realidades. Por enquanto está funcionando tudo muito bem. E para vocês? Como foi o momento em que seus filhos entenderam que Coelhinho da Páscoa não existe?

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Pontinhas de lápis

Most inspiring pictures and photos -Hahahaha, adorei estas imagens, simplesmente achei uma graça! E lembrei direto das "coleções" de pontinhas e casquinhas de lápis colorido, que os colegas de classe da Laura estão fazendo.

Estas tais coleções deixam a gente de cabelos em pé, as vezes... mas fazem parte do crescimento da criança: colecionar e trocar coisas, como figurinhas, pulseiras, folhas, pontinhas de lápis é, frequentemente, muito saudável e ajuda a criança a se diferenciar/identificar e interagir com outras pessoas. No caso de crianças mais tímidas, pode ser até uma forma de incentivo à formação de novos vínculos de amizade ;o)

Bom, aí estão algumas possibilidade de exibir a coleção de pontinhas e casquinhas de lápis, não é galerinha do 1ºB? Hahahahaha.

Abração Apertadão!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

TDAH - Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

Você sabe o que é TDAH?
Já ouviu falar no déficit de atenção ou na hiperatividade em crianças?
Saberia escolher um bom profissional para maiores orientações?



"Ele era uma criança levada, que não parava no lugar e não se concentrava em nada. Diziam que ele era hiperativo, mas pera aí?Como poderia ser hiperativo uma criança que ao jogar videogame ou assistir um jogo do flamengo na televisão, ficava horas e horas parada se ao menos piscar os olhos? Mas educado, sem limites, capeta - eram frases que ele comumente ouvia (...) "


"Vivem no mundo da Lua e desta forma, perdem boa parte da explicação do professor na sala de aula ou daquilo que estão lendo no livro; não conseguem copiar do quadro na mesma velocidade dos demais; cometem erros por bobagens; parecem estar prestando atenção noutra coisa durante uma explicação, esquecem-se com frequência dos conteúdos que haviam estudado previamente evitam tarefas muito longas (...)"


Você conhece alguém assim?
Você sabia que 5% da população mundial sofre desta mal, mas existe maneira de controlá-lo? Tem muitas dicas  no livro "No Mundo da Lua" do Dr. Paulo Mattos - mais que especialista no assunto, viu?!  Ele é psiquiatra e professor da UFRJ, PHD em Bioquímica e Fundador a associação brasileira de Déficit de Atenção - ABDA. Da uma conferida no livro, e se você se identificar com os questionamentos que ele aponta, procure ajuda!!! Quanto antes identificar e tratar corretamente o problema, melhor a qualidade de vida da criança e da família. Com certeza, com uma boa ajudinha, ela se tornará um adulto pleno e feliz ;o)

Olha aí um do sites sugeridos sobre o assunto: www.tdah.org.br


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Jogo do Minuto


Estes dias postei algo sobre os tantos "espera aí" e "já vou" que ouvimos todos os dias, quando solicitamos algo para os nossos pequenos... A minha terapeuta me sugeriu dar um relógio despertador para a Laura. Para ela ir treinando e brincando sobre o tempo. Achei legal e aqui em casa, virou uma brincadeira super divertida.

Mas, na internet, volta e meia, encontro sugestões mega leais! Olha esta brincadeira que encontrei no Blog da Zane.

- Descrição/Objetivo: testar a capacidade das crianças em medir a passagem do tempo.
- Grau de Dificuldade: Simples
- N.º de crianças: no mínimo 2 (ideal: até 5)
- N.º de adultos: 1 professor ou organizador
- Requisitos: 1 relógio com cronômetro + papel e caneta

Regras/Funcionamento:

O organizador da brincadeira dispara o cronometro e controla a passagem do tempo. As crianças, começam a “contar” mentalmente a passagem do tempo. Quando cada criança achar que passou exatamente 1 minuto, ela fala a palavra Já. O organizador anota (no papel ou mentalmente) o instante que cada criança falou a palavra Já. Após todas as crianças falarem já, o professor ou organizador informa a criança que mais se aproximou do tempo de 1 minuto.

# O importante dessa brincadeira é a criança perceber a passagem do tempo, ter noção sem a utilização do relógio. Quando as criança estiverem acostumadas, pode aumentar o tempo.

BJKS Barulhentas
;o)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Já vou!!!


Você chama seu filho e ouve sempre a mesma resposta: "Já vou!" Só depois de muita insistência, ameaças e broncas o pequeno cidadão finalmente resolve atender ao chamado. E não é só na hora do banho, do jantar ou de escovar os dentes. Muitas vezes, ele enrola até para passear. Haja paciência. Por que isso acontece? Na maioria das vezes, os pais não percebem que vivem numa velocidade diferente, especialmente quando o filho já está um pouco maiorzinho e dá a falsa impressão de que acompanha o ritmo dos adultos. Os pais querem que ele atenda na hora, sem se dar conta de que o pequeno, surpreendido pelo chamado, tem a sensação de estar sendo arrancado do que está fazendo. O melhor é falar com antecedência sobre a agenda. Assim, há uma chance maior dele lidar melhor com a frustração de largar a brincadeira do momento, que é sempre a melhor coisa do mundo a fazer (na opinião dele). Apesar de a criança não dispor de uma noção precisa de tempo em minutos, é possível utilizar parâmetros que façam sentido como referência. Você pode dizer, por exemplo, que o banho será ao final do jogo ou que vão sair de casa em meia hora, o tempo que dura um desenho. Se a criança ainda assim reluta em atender, vale pensar. Talvez faltem limites. Um erro comum é tentar resolver o problema compensando-o de alguma maneira. É importante que a criança aprenda que é preciso abrir mão de uma coisa para fazer outra. Não se pode ter tudo, certo? Ou isto, ou aquilo, como diria Cecília Meireles.

Fonte: Revista Crescer, boletim mensal  via e-mail, conforme inscrição de faixa etária da criança.