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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

PRATO CHEIO DE IDEIAS

Por Fabiane - Chef do Restaurante Hilda G Gastronomia 

Tenho três filhos, Francisco de 10 anos, Joana de 08 e Antônio de 03 e, adivinhem, não é fácil contentar essa turminha na mesa, mesmo sendo chef de cozinha tenho problemas com alimentação de meus filhos.
Escolhi esse assunto porque são comuns queixas da falta de apetite, cardápio muito restrito e falta de ideias para tornar a alimentação um prazer e não um tormento família...r. Alegro-me ao ver crianças comendo com vontade e experimentando novos ingredientes sem preconceitos. Acredito que está em nossas mãos o poder de ampliar o paladar de nossos filhos para que sejam adultos saudáveis e desenvolvam uma bagagem gastronômica capaz de permitir que se adaptem ao ambiente multicultural que o futuro irá lhes trazer.
Então selecionei algumas DICAS que tem funcionado em minha casa:
PRIMEIRA, a melhor maneira de incentivar uma criança a comer de forma saudável é darmos o exemplo. Então, não expresse opinião negativa sobre ingredientes que você não gosta. Experimente novos sabores e incentive seu filho a fazer o mesmo. Quanto mais cor no prato melhor para apresentação e para a saúde da família.
SEGUNDA, o paladar de uma criança é muito apurado e sensível, muita ATENÇÃO ao sal, a pimenta e aos excessos de temperos. A introdução ao mundo de sabores deve ser gradual.
TERCEIRA, envolva a criança no processo de compra de frutas, verduras e na medida do possível na elaboração de algumas etapas do preparo da refeição. Eleja a fruta predileta da família, crie campeonatos com desafios de olfato e paladar. A dica de ouro é comprar frutas da estação, pois terão melhor sabor e doçura “a primeira impressão é a que fica”, mas nada de apelar para o açúcar (deixe isso pra avó).
Cultivar vegetais também pode auxiliar, e nesse jogo vale até o copinho com algodão úmido e feijão. Ao viajar, tendo oportunidade visitem lavouras, pomares, conheçam animais mostrem de onde vem a comida. Isso poderá ser um grande aliado na eterna briga dos pais para ver um prato vazio na frente de seus filhos.
Minha ÚLTIMA DICA, e certamente a mais difícil, tente manter o convívio da família na hora das refeições, lugar tranquilo também ajuda e com a menor interferência de aparelhos eletrônicos.
 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Sexualidade e Infância

Achei a explicação simples, clara e legal...
Sexualidade é um tema que por vezes nos deixa preocupados, gira em torno de diversos tabus, e causa muita preocupação nos dias de hoje... Como abordar? Com o quê devemos nos preocupar?
A Psicóloga Infantil Daniela de Faria, dá a sua explicação sobre o tema, vê só:

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Escarlatina

Na véspera da festa de aniver a Laura nos deu um susto. Febre persistente, manchas pelo corpo, dores de garganta, uma lesão estranha na mãozinha... como eu já sei que não adianta levar ao médico na primeira febre, fiz um controle, anotando todos os sintomas e horários e todos os procedimentos que tomei e no terceiro dia a levei ao plantão, pois não consegui encaixe com sua pediatra habitual.

Por sorte, foi somente uma virose por Cocksachie-echo. Mas pelos sintomas, bem que poderia ser mais sério, como uma escarlatina, por exemplo... e por isso o post. Olha só as dicas do Dr. Dráuzio Varela:

" A Escarlatina é uma doença infectocontagiosa aguda, provocada pela bactéria Estreptococo beta hemolítico do grupo A, que acomete especialmente as crianças em idade escolar, durante a primavera.
Essa bactéria é a mesma que causa amidalite, artrite, pneumonia, endocardite e algumas infecções cutâneas. A diferença é que, na escarlatina, ela libera toxinas que provocam pequenas manchas vermelhas e confluentes na pele. A transmissão ocorre pelo contato direto com a saliva ou a secreção nasal de pessoas doentes ou portadoras da bactéria que não apresentam sinais da enfermidade. O período de incubação pode variar de um a dez dias.

Sintomas
* Febre alta nos primeiros dias, que vai baixando aos poucos nos dias subsequentes até desaparecer;
* Dor na garganta, que adquire coloração avermelhada;
* Erupção cutânea (exantemas): pequenas manchas vermelho-escarlate de textura áspera na pele que aparecem inicialmente no tronco, depois tomam a face, o pescoço, os membros, axilas e virilha, mas poupam as palmas das mãos, as plantas dos pés e ao redor da boca, e descamam com a evolução do quadro;
* Língua adquire o aspecto de framboesa, porque as papilas incham e ficam arroxeadas;
* Mal-estar;
* Inapetência;
* Dor no corpo, de barriga e de cabeça;
* Náuseas e vômitos.

Diagnóstico
O diagnóstico é basicamente clínico, mas alguns exames laboratoriais, como o de cultura e o teste rápido de pesquisa do estreptococo na garganta, ajudam a identificar a bactéria e estabelecer o diagnóstico diferencial, porque há outras doenças com sintomas semelhantes.
Diagnóstico precoce e início imediato do tratamento são fundamentais para evitar complicações graves da doença, entre outras, a meningite, o reumatismo infeccioso e a glomerulonefrite.

Prevenção e tratamento
A melhor forma de prevenir a doença é evitar o contato com pessoas infectadas.
Sempre é bom lembrar que portadores assintomáticos do estreptococo podem transmitir a bactéria.
Penicilina é o medicamento indicado para o tratamento da escarlatina. Pacientes alérgicos a essa droga podem recorrer a antibióticos, especialmente à eritromicina.
Analgésicos e antitérmicos são úteis para alívio dos sintomas.

Recomendações
* Leve a criança ao médico para esclarecer o diagnóstico sempre que apresentar mal-estar, dor de garganta e febre;
* Mantenha o doente em casa, em repouso enquanto o quadro não regredir completamente;
* Ofereça-lhe alimentos leves, fáceis de engolir e muito líquido;
* Fique atento: criança com escarlatina que não for tratada adequadamente está sujeita a complicações graves que se manifestam quando a doença parece curada.

terça-feira, 5 de março de 2013

Conjuntivite Viral

O que é:

A conjuntivite viral é altamente contagiosa e seu principal sintoma é o aumento da secreção dos olhos, que torna-se mais espessa e quando o indivíduo acorda têm alguma dificuldade em abrir os olhos porque os cílios ficaram colados com a secreção .

Sintomas da conjuntivite viral

São sintomas da conjuntivite viral:
  • Coceira e dor nos olhos;
  • Muita secreção (remela) de cor branca ou amarela nos olhos;
  • Sensação de areia nos olhos;
  • Hipersensibilidade à luz;
  • A porção branca dos olhos pode tornar-se muito vermelha.
Muitas vezes além destes sintomas observa-se:
  • Secreção nasal;
  • Sintomas de otite.
Normalmente estes sintomas surgem num dos olhos e após 3 ou 4 dias, o outro é contaminado desenvolvendo os mesmos sintomas que permanecem por aproximadamente 4 a 5 dias.

Transmissão da conjuntivite viral

A transmissão da conjuntivite viral dá-se através do contato com a secreção ou com objetos contaminados, como lenços ou toalhas que tenham entrado em contato direto com o olho afetado. Algumas formas de transmissão da conjuntivite viral são:
  • usar a maquiagem do indivíduo contaminado;
  • usar a mesma toalha ou dormir sobre o mesmo travesseiro do indivíduo contaminado;
  • partilhar óculos ou lentes de contato;
  • abraços e beijos.
A doença é transmissível enquanto durar os sintomas.

Sequelas da conjuntivite viral

Geralmente a conjuntivite viral não deixa sequelas, mas pode ocorrer:
  • visão embaçada
Para evitar esta consequência recomenda-se só utilizar colírios e lágrimas artificiais que tenham sido recomendadas pelo médico e se notar alguma dificuldade na visão voltar ao Oftalmologista.

Tratamento para conjuntivite viral

O tratamento da conjuntivite viral é feito com o uso de colírios e de lágrimas artificiais, de 3 a 4 vezes ao dia durante o período sintomático.
A conjuntivite viral gera muito desconforto, e para aliviar os sintomas, o indivíduo deve lavar os olhos ou fazer compressas geladas. Para secar a secreção dos olhos, o ideal é usar lenços de papel pois são descartáveis e deve-se lavar as mãos sempre que os usar.
Se ao acordar for muito difícil de abrir os olhos, devido ao colamento das pálpebras recomenda-se colocar uma gaze molhada com água limpa sob os olhos e só depois tentar abrir os olhos.
Durante o período de infecção o indivíduo deverá trocar a fronha do travesseiro todos os dias e lavá-la separada das outras, toalhas e lenços devem ser separados das dos outros indivíduos da casa para evitar o contágio da doença.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Ideia Genial


Estão vendo a foto abaixo??? É uma sacada incrível, simples e muito prática!!! 

Seat belt pillow. For the bigger kids, what a great idea.
 (fonte: mybabyfaves.blogspot.com)

Não sei vocês, mas eu sempre fiquei pensando em mil alternativas para acomoda a Laura quando ela dorme no carro... bom e como vocês sabem, agora, ela é "grande", não quer mais o encosto da cadeira de transporte, quer só o buster. Mas e se ela adormece??? Fica pendurada no cinto??? Chega a ser até perigoso, não é mesmo???  Daí encontrei este post num blog americano, muito legal!

Hummm, algumas ideias malucas estão passando pela minha cabeça...
Será que vocês pensaram o mesmo que eu, hein, hein??? Aguardem!
Fica a dica ;o)

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Gripe A H1N1

Gente, estamos voltando a falar em gripe A em todos o país...Já temos surtos no RS  e SC e vários casos em outros estados... Aqui na região já temos 9 casos registrados em Campinas.

Como todos já sabem (ou deveriam saber) a Gripe A (ou gripe suína) é uma manifestação de gripe muito, mas, muito mais forte. O virus H1N1 faz um estrago daqueles, podendo levar a pessoa à morte, se não socorrida com o tratamento necessário.

As crianças são bastante atingidas... Não por terem imunidade mais baixa ou estarem mais expostas ao frio - a gente sabe o quão duro é fazer eles andarem bem agasalhados ou não ficarem descalços - mas sim, pelos hábitos de higiene, quem nem sempre "dá tempo" de eles manterem, e de a gente auxiliá-los...

É isso mesmo!  Hábitos de higiene. Lavar as mãos com frequência, tossir ou espirrar em lenços DESCARTÁVEIS, não compartilhar garrafinhas, copos ou talheres de outras crianças que possam estar doentes, não colocar objetos na boca e também...  Agora falando da gente: abrir a casa para ventilar e receber a luz do sol, evitar ambientes confinados (fechados) e cheios de gente, trocar roupas de cama e banho (como toalhas de rosto e fronhas) com frequência, são hábitos que podem evitar a contaminação da Gripe A e de muitas outras doenças...

O Ministério da Saúde incluiu na campanha de vacinação contra a gripe, crianças até dois anos, gestantes, idosos e profissionais da saúde. A campanha iniciou em abril e terminaria quando terminassem os estoques. Mas seria bem importante que todos se vacinassem. Os postos de saúde não disponibilizam as vacinas para quem não faz parte dos grupos anteriormente citados, mas existem várias clínicas particulares que tem a vacina a um valor entre R$ 40,00 e R$ 60,00.

Considerando também, que a Gripe A começa como uma gripe comum, com febre, coriza e tosse, e evolui para um quadro mais grave bastante rápido, acredito que seja qual for a gripe ou resfriado que seu pequeno apresente, procure imediatamente auxílio médico, ok?



Sorte e Saúde para todos nós!

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Férias = bagunça, diversão, descanso e cuidados...

Isso mesmo galerinha! Férias também é tempo de se cuidar.
De fazer aquela visita ao dentista, ao pediatra e ao cabeleireiro, por que não?

Hoje a Laura e eu, fomos ao KidsMundi; um salão especializado no atendimento dos pequenos (mas que também dá aquele tapa no visual das mamães!!!) Fazia dias que a filhotinha me pedia para fazer as unhas lá... Bom, tudo preparado para a Festa do Pijama, mais tarde, na casa das amigas (pensa a bagunça!! - fotos amanhã), lá fomos nós, pensando em que estilo de unhas faríamos...



A Laura também quis aproveitar e mudar o visual dos cabelos. Cortou uma franjinha bem charmosinha ;o)
Ela ficou um pouco tímida, confesso, mas depois disse que amou o resultado. A Galerinha lá do Kids Mundi é muito atenciosa e carinhosa com os pequenos... aos pouquinhos minha nuvenzinha foi se soltando... Sabiam que ela se exibiu toda, na casa das amigas; com unhas muito chiques ;o)


Eu, particularmente, amei as minhas unhas, olha só que fofo! Valeu turma do Kids! Até a próxima!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Inverno é = a doenças respiratórias?

Hoje, o dia amanheceu quente e lindo. Num repente o sol foi embora, ficou úmido e frio... me lembrei do Sul e me dei conta de que estamos nos últimos dias do outono.

Como o meu nariz e o da Laura já deram sinais de que temos que nos prevenir. Achei que seria interessante conversarmos sobre o tema: doenças infantis no inverno.

Segundo a Dra. Ana Claudia , "entre os meses de Maio a Setembro, os prontos-socorros e clínicas pediátricos estão cheios. Isso porque esta é a época do ano onde bebês e crianças adquirem mais facilmente doenças respiratórias, as quais fazem parte de 70% de atendimentos nos hospitais infantis.

Em bebês, as mais comuns são a Bronquiolite Viral, as crises de Broncoespasmos e as Broncopneumonias. Em crianças maiores, as mais comuns são a pneumonia, asma e sinusite.



A Bronquiolite viral é uma infecção das vias aéreas inferiores (bronquíolos), causada pelo Vírus Sincicial Respiratório, que nada mais é do que o mesmo vírus que causa gripe nos adultos, porém em bebês, é muito mais forte, devido ao tamanho do sistema respiratório que é muito menor, e também pelo fato do bebê ter menos agentes de defesa no organismo. Sinais e sintomas: coriza (nariz escorrendo), chiado no peito, falta de ar e desconforto ao respirar (ao observar a barriga do bebê podemos ver um aumento no espaço entre a barriga e as costelas quando o bebê respira), perda de apetite, febre, secreção que varia de clara a esbranquiçada e bem espessa, grossa. Contágio: na maioria dos casos o contágio ocorre através do contato com adultos gripados ou com crianças já contaminadas pelo vírus. Casas com pouca ventilação e úmidas, pais fumantes e desnutrição também podem agravar os sintomas.


O Broncoespasmo (BE) nada mais é do que uma resposta inflamatória dos brônquios diante de uma alergia, ou até mesmo de outra doença respiratória, como o bronquiolite, por exemplo. Os brônquios se contraem, se fecham, e fica difícil para a criança respirar. O peito apresenta chiado e a criança fica com o aspecto de cansada, devido a grande força que faz para respirar. As causas mais comuns são alergia, presença de um vírus, bactéria, ou corpo estranho nas vias aéreas, fumaça de cigarro e poluição. Uma criança com crises frequentes de BE deve procurar um médico pediatra ou pneumologista para investigação. Em crianças maiores, o BE ocorre junto à asma, pelos mesmos motivos e também pelo excesso de atividade física.


Portanto vale lembrar: procure evitar a exposição de bebês e crianças à lugares que possuam muitas pessoas e que não possuam ventilação, evite o contato com o bebê caso esteja gripado(a), cuidado com o posicionamento do bebê após as mamadas (sempre deixá-lo inclinado ou sentado pelo menos 30 minutos), evite fumar perto de seu filho(a), assim como a exposição a poluição e produtos tóxicos, e caso apareça algum sintoma, procure o pediatra rapidamente e também um fisioterapeuta. A fisioterapia respiratória é indispensável, pois realizará técnicas (de acordo com a idade da criança) que auxiliam no descolamento e deslocamento do catarro facilitando a saída dele, melhorando a respiração, retirando toda secreção, devolvendo à criança a vontade de comer, de brincar, o sono tranquilo e a saúde novamente."

Outra dica, do tempo da minha avó, que sigo á risca: em dias de sol, ventile bem a casa; procure mantê-la livre de poeira, mofo e umidade. Eu costumo usar álcool para limpar móveis, armários, e bichos de pelúcia. Sempre coloco travesseiros, cobertores e casacos pesados para tomar sol. Os narizes e a saúde da família agradecem ;o) BJKS


Dra. Ana Claudia Affonso - Colunista do Guia do Bebê
Fisioterapeuta Pediátrica
Texto publicado no Guia do Bebê UOL

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O que responder???

Bom, galera, todos nós sabemos que os pequenos mal começam a falar e formar frases (lá pelos 2 aninhos) e as perguntas mais doidas começam a surgir. Muitas vezes somos pegos de surpresa com estas perguntas... Eu diria que quase sempre, kkkk! E como temos uma vivência maior, somos mais ligados e estressados, tentamos antecipar o que a criança está tentando dizer com aquela pergunta.



Bom, "muita calma esta hora". O que a criança está tentando perguntar é exatamente o que ela está perguntando!!! E, esta é a orientação de todos os pediatras, psicólogos, pedagogos e afins! Não pirem!
Respondam somente o que eles perguntarem e, fim!

Lembro muito bem da experiência de uma amiga, que era professora de educação infantil, e atendeu uma mãe aflita, que não sabia responder quando seu filho perguntou:  - Mamãe que é sexo? Não pirem. Sexo Masculino e Feminino (meninos e meninas!!! - simples, não?)

A Laura me perguntou uma vez, lá pelos auge dos seus 1 ano e meio (ela falou muito cedo): qual a diferença entre meninos e meninas? - Eu respondi:  Todos são crianças, mas meninos tem pinto e meninas tem perereca. A conclusão dela também foi simples ( e D+, hahahaha).  - É, mamãe, e todos nós temos bunda!. E o assunto se encerrou por aí!

Desencanem. Fica a Dica!

Cabelinho - Primeiro Corte

Dica da Johnson´s Baby:

O primeiro corte de cabelo do seu bebê gera uma grande expectativa na família! Para evitar que este dia seja estressante para o seu pequeno, leve-o a um salão especializado em crianças e chegue antes de começar o corte. Assim, o bebê poderá se ambientar ao local e passar um tempo brincando antes de ficar ainda mais lindo. Conte para a gente: o seu filho gosta de cortar os cabelos?


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Só se fala nisso, faz duas semanas...


O tema de hoje não é nada agradável, ou bonitinho... Mas, desde que a  Xuxa - a Rainha dos Baixinhos, contou, em depoimento no quadro "O que vi da vida" exibido no Fantástico, no último dia 20/05, que foi abusada sexualmente até os 13 anos, que o assunto não é outro.

O que fazer? Como prevenir nossos filhos? Como reconhecer o prolema? Para quem denunciar?

Por dica da Denise, do blog Criando Crianças, um ótimo livro que ajuda a tratar do assunto junto às crianças é Segredo Segredíssimo, da escritora baiana Odívia Barros. Ela, que sofreu abuso sexual durante a infância, se motivou a escrever um livro para ajudar pais, psicólogos e professores a orientarem as crianças a lidarem com o assunto.

 "Adriana é uma menina triste que tem um segredo segredíssimo. A sorte dela é que sua amiga Alice é muito esperta, e ao saber do segredo dá a Adriana um conselho conselhíssimo. Adriana segue o conselho e sua vida muda para melhor."

Este iivro infantil é polêmico e inovador, já esta sendo avaliado por educadores, e que vai dar o que falar. A autora toca delicadamente – mas com firmeza – na questão do abuso infantil. Destinado à educação infantil nas escolas públicas e privadas.

Não é mais novidade que o abusador é geralmente alguém próximo: temos o hábito de alertar nossas crianças para terem cuidados com pessoas estranhas e de fato temos razões para isso; contudo, nos casos de abuso sexual, a maioria são pessoas próximas da família. Pai (38%*) e padrasto (29%*) lideram o ranking dos abusadores seguidos de avôs e tios. *Dados do Disque denúncia entre 2003 e março de 2011 (estima-se que os números reais sejam muito maiores)

Como na maioria dos casos, as pessoas que abusaram de Xuxa eram próximas da família ( e não quero entrar no mérito da questão de que esta história é verdade ou não). Ela contou que o fato ocorreu em diversas ocasiões, feito por pessoas diferentes e de formas diferentes e citou dois exemplos: o melhor amigo do pai e um homem que iria casar com sua avó.

Sentimento de culpa, medo e confusão são comuns. Crianças abusadas geralmente se sentem culpadas pelo ocorrido, mesmo sem compreender exatamente o motivo. Eles se vêem como provocadores de uma situação.  E, o medo de denunciar também existe, principalmente quando existe vínculo familiar. A criança tem medo de ser repreendida, medo de causar problemas na família, medo da prisão do agressor etc.

Sentimentos se confundem facilmente na cabeça da criança que pode até achar o abuso prazeroso, mas ao mesmo tempo saber que está errado, sentindo-se culpada por não conseguir se livrar da situação, conforme afirma a psicóloga Jaqueline Soares Magalhães, consultora da Childhood Brasil, organização internacional para proteger as crianças.

Mudanças no comportamento podem indicar que algo não vai bem:
  • mudanças no comportamento (os falantes se calam, os agitados acalmam, os calmos ficam agressivos, etc.)
  • alterações no sono
  • queda no rendimento escolar
  • voltar a fazer xixi na cama ou nas calças
  • medo de ficar sozinho com adultos
  • brincadeiras agressivas
  • muito choro ou aversão a contato com outros
  • sexualidade exacerbada
Pessoal, vamos ficar atentos quando acontecer qualquer alteração de comportamento das crianças. Busque ajuda! E souber de algo sério. DENUNCIE!!!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Prevenindo a Anemia

Mãe blogueira não só publica, mas segue muitos outros blogs, não é mesmo?
Esta matéria, escrita pela nutricionista Mariana Canassa da Silva, da UGF - SP, publicou o texto abaixo no blog da Klin, sobre alimentação e anemia.

"Garantir a saúde da criança começa durante a gestação, a futura mamãe deve estar saudável e realizar o pré-natal. Assim que o bebê nascer o segundo passo é garantir que ele tenha a amamentação exclusiva durante os seis primeiros meses de vida, lembrando que, principalmente durante a amamentação, a qualidade de alimentação da mãe é fundamental.

Após os seis primeiros meses de vida, outros alimentos começam a fazer parte do cardápio diário da criança e assim o controle de ferro será realizado através de uma boa alimentação, garantindo um ótimo crescimento e desenvolvimento.

A deficiência de ferro atinge cerca de 2 bilhões de pessoas no mundo, e de cada dez crianças brasileiras com menos de cinco anos, seis sofrem de carência deste mineral. Os pais devem se preocupar em fornecer a criança, alimentos ricos em ferro, que pode ser encontrado em alimentos como carne de vaga, frango e peixe, gema de ovo e em outros alimentos não animais como feijão, soja, lentilha, ervilha, espinafre, brócolis, couve e verduras verdes escuras.

A absorção de ferro é aumentada pela ingestão de alimentos que contenham o ácido ascórbico ou acido cítrico. E alguns alimentos diminuem a absorção do ferro como por exemplo, o leite de vaca, alguns chás, entre outros.

A palidez pode ser considerada um dos principais sintomas da deficiência deste mineral, porém pode ocorrer também descamação da pele e desejo de comer substancias estranhas como terra, além disso, observa-se fraqueza, cansaço, sonolência, tontura, dificuldades para respirar, aceleração dos batimentos cardíacos e em casos mais graves podem ocorrer também irritabilidade e anorexia."

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Quando levar seu filho ao fono?

Pessoal, tenho observado algumas amigas que levam seus filhos(as) ao fonoaudiólogo... por conta própria e também por indicação da escola... Bom, e também (nem todos sabem) auxilio um abrigo de menores, que me pede, as vezes, que acompanhe crianças a uma clínica de fono, aqui em Indaiatuba. Daí fiquei com "aquilo na cabeça", como (e quando) identificar a necessidade de acompanhamento de fonoaudiólogo em nossos pequenos?

Fui atrás do assunto e descobri que a Fonoaudiologia é a ciência que estuda os distúrbios da comunicação humana, seja ela oral ou escrita, englobando os distúrbios da fala, linguagem, voz, leitura e escrita. Além disso, trabalha com a audição, órgãos fonoarticulatórios (lábios, dentes, língua, bochechas e "céu da boca") e sistema estomatognático (respiração, sucção, mastigação e deglutição). O que significa que o Fonoaudiólogo trabalha com alterações na fala, voz, linguagem, leitura e escrita, respiração, mastigação, deglutição e estética facial.

Todo indivíduo, em qualquer fase da vida, que apresente uma ou mais alterações citadas acima, como por exemplo, indivíduos que apresentem trocas de letras, crianças com atraso na fala, profissionais que façam uso da voz, crianças e adolescentes com dificuldades escolares, respiradores bucais, indivíduos com Parkinson, Alzheimer e que tenham sofrido "derrame", entre outros, devem procurar o fonoaudiólogo.

Neste caso, vejamos algumas mitos/verdades acerca das nossas crianças:

1. É verdade que a chupeta atrapalha o desenvolvimento infantil?
Sim. Assim como outros hábitos deletérios como, uso de mamadeira, "chupar dedo", roer unhas, ranger os dentes, entre outros. Estes hábitos ocasionam um mau posicionamento dos órgãos orais (boca, bochecha e língua), interferindo na respiração, mastigação, deglutição e fala, que poderão se desenvolver de maneira incorreta, necessitando de correção.

2. Até que idade o uso da chupeta e mamadeira podem ser feitos sem prejuízos?
O ideal é evitar o uso contínuo de qualquer um destes artefatos. Caso sejam utilizados não devem ultrapassar os dois anos de idade.

3. Meu filho está demorando a falar, o que devo fazer?
O esperado é que as crianças comecem a falar com aproximadamente um ano de idade, ultrapassando excessivamente esse período é necessário que se faça uma avaliação profissional para se saber qual a causa. Não se deve esperar além de um ano e meio de idade se não houver nenhum tipo de fala.

4. Meu filho fala errado, até que idade é normal? Quando devo procurar um fonoaudiólogo?
Atualmente as crianças estão muito precoces, não se deve esperar além dos quatro anos de idade para que a fala esteja ocorrendo corretamente. O que ainda é esperado nesse período são erros de conjugação verbal (ex. "mamãe olha o desenho que eu fazi") e transposições em palavras longas (ex. toconete ao invés de cotonete).

5. Meu filho está gaguejando, o que devo fazer?
A gagueira pode ocorrer sem ser um problema na fase de desenvolvimento da fala, até aproximadamente os cinco, seis anos de idade, desde que seja caracterizada apenas por repetições e prolongamentos, sem tensão ao falar (ex. pai, pai, pai, ééééé.... hoje eu fiz um gol no futebol). Caso haja bloqueios, tensão e/ou movimentos associados como "piscar olhos", "apertar os lábios", "balançar as mãos", deve-se procurar um fonoaudiólogo para uma avaliação.

6. Meu filho tem deficiência auditiva, colocando o aparelho ele iniciará a fala?
Não. Após a colocação do aparelho é necessário que a criança seja habilitada, ensinada a ouvir, produzir e entender os sons que agora chegarão ao ouvido.

7. Qual o papel do fonoaudiólogo na escola?
O fonoaudiólogo atua na orientação a professores e pais no processo de desenvolvimento da fala e aquisição e desenvolvimento de leitura e escrita. Também pode realizar triagens fonoaudiológicas em alunos que apresentem dificuldades, por solicitação de professores e coordenadores pedagógicos.
Não é permitido a realização de terapia dentro de escolas.

8. Meu filho está na alfabetização e está trocando as letras na escrita, o que devo fazer?
Qualquer criança que apresente qualquer tipo de dificuldade no processo de alfabetização deve ser encaminhada imediatamente para uma avaliação fonoaudiológica, para detecção de possíveis alterações nos processos de aprendizagem.  Neste caso, inicialmente deve-se entrar em contato com a escola para se verificar o desempenho da criança dentro da sala de aula e possíveis fatores que possam estar influenciando em sua aprendizagem, como dispersão, sonolência, conversa em sala, falta de interesse. Em seguida deve-se encaminhar a criança para uma avaliação psicopedagógica e/ou fonoaudiológica, uma vez que quanto antes à detecção das dificuldades e início do tratamento, mais eficiente e eficaz o resultado, minimizando os prejuízos advindos do atraso escolar.

9. Meu filho sempre fica rouco ao fim do dia, o que devo fazer?
Deve-se procurar inicialmente um otorrinolaringologista para avaliar a causa da rouquidão. Havendo detecção de mau uso vocal ou problemas funcionais-orgânicos das pregas vocais a criança deverá ser encaminhada para avaliação e tratamento fonoaudiológico.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Cólicas em Bebês

Enquanto fazia a divulgação do blog em alguns grupos no Facebook, percebi várias mães fazendo comentário ou pedidos de ajuda sobre o assunto : cólicas em bebês. Achei pertinente relatar a minha experiência com a Laura. Afinal, passamos por alguns apertos com ela logo nos primeiros meses.


Bom, cólicas são normais em bebês até 3 meses (até certo ponto), por que eles estão se adaptando à rotina, à agitação, às surpresas da vida pós uterina e à alimentação. Muito são os fatores que podem desencadear uma crise de cólica, sejam psicológicos, sejam físicos: insegurança da mãe, má postura para sucção do bico do seio, alimentação da mãe, agitação em torno do bebê na hora da mamada, complicações gástricas do bebê.

No caso da Laura, o primeiro pediatra que tivemos no aconselhou a usar Flagass Baby, sempre que ela chorasse de cólicas. E Flagass (normal) se ela ficasse "trancada". E todas as mães, tias, vizinhas , dindas e avós de plantão mandavam usar compressa morna e massagem na barriguinha e funxicória... Bom nada disso resolveu muito... A Laura ficava com a barriguinha hiper estufada, com o cocô explosivo e chorava até para mamar. Resultado disso: desespero total do pai, da mãe e da criança, hehehe.


Uma outra pediatra, em quem confio muito, me explicou a função de cada um destes procedimentos acima, e disse que eles são eficazes em grande parte dos casos... Mas, também, comentou sobre uma linha de pesquisa médica que associava as cólicas de bebês ao alto consumo de proteína proveniente do gado bovino. Bom, estávamos no Rio Grande do Sul. Não preciso entrar em detalhes do quanto de carne e derivados do leite, se consome lá, não é mesmo? A recomendação foi que eu suspendesse o consumo de carne bovina por pelo menos uma semana e suspendesse o consumo de leite (e lactose), por pelo menos um mês e ver como a Laura se comportaria. Bom, no nosso caso, foi como "tirar com a mão"!!! Passei a consumir soja ao invés de leite... E, olha que é complicado, hein? Se olharmos as tabelas nutricionais de massas, biscoitos, pães... quase tudo contém leite! Cortei os laticínios e a carne por um tempo e tudo ficou as mil maravilhas... até o dia em que comi um chocolate! Batatinha! Foi aquela confusão novamente... Era isso!!! Então, mantive a dieta até ela parar de mamar no peito e daí ela passou para a mamadeira de soja...

A Laura não tinha intolerância a lactose, propriamente dita. Hoje ela consome carne, leite e derivados numa boa... De repente, cabe trocar uma ideia com o pediatra sobre isso... Pode ser que ajude ;o)


segunda-feira, 19 de março de 2012

Bateu a Cabeça? O que Fazer?

Não tenho formação na área da saúde... nem da pedagogia... Por isso, procure um médico, ou profissional especializado, sempre que julgar necessário!!! Mas, por outro lado, leio muito, procuro estar por dentro de algumas coisas para entender melhor o que acontece... E, as vezes, acho que dicas simples podem ajudar.

Então depois de dois incidentes no último final de semana, resolvi postar as dicas abaixo, que colhi do blog  Criando Crianças:

É muito comum que as crianças, principalmente as menores, caiam e batam com a cabeça. Elas ficam aos prantos e nós ficamos desesperadas! O que fazer nessa hora?

Sou Consultora do site Desabafo de Mãe e recebi uma pergunta justamente sobre essa questão. A mamãe também perguntava se existe alguma coisa para passar nos "roxos e galinhos". Seguem as dicas para vocês também!

Fazer uma compressa gelada no local por 15 ~ 20 minutos e repetir o procedimento após 20 minutos, é o indicado nesses casos. O gelo é anestésico e causa vasoconstrição, fazendo com que o edema (inchaço) seja menor e também o aspecto arrocheado. Não há necessidade de aplicar qualquer tipo de gel. Existem pomadas indicadas para hematomas, mas consulte o pediatra e verifique as indicações de uso.

Alguns cuidados são interessantes para minimizar os acidentes:
  • Retire tapetes e objetos pontiagudos (mesas, cadeiras) do local onde a criança está brincando, utilize equipamentos que melhorem a segurança do ambiente;
  • Evite o uso daqueles "andadores", as quedas são muito freqüentes;
  • Quando estão aprendendo a andar, os calçados as vezes atrapalham mais do que ajudam, verifique se estão bem justos aos pés;
  • Cuidado com o uso de meias e pantufas, certifique-se que possuem antiderrapante ou deixe seu filho descalço;
  • Nos parquinhos certifique-se que o piso é adequado, seja de grama, areia ou emborrachado.
No caso de batidas na cabeça, mantenha a calma, por mais que a criança chore, por mais grave que possa parecer!

Leve imediatamente ao Pronto Socorro quando, nas primeiras 24 horas:
  • ocorrer desmaio,
  • vômito,
  • tontura,
  • desorientação,
  • dores de cabeça,
  • fala inarticulada,
  • dificuldade para andar.
Não force a criança a ficar acordada se estiver no horário de dormir, alguns médicos recomendam acordá-la de hora em hora nas primeiras 4h, e verificar se está respondendo bem ao ser estimulada.

Procure lembrar-se da maior quantidade de detalhes possíveis para ajudar no dignóstico médico:
  • como ocorreu o acidente;
  • quando;
  • qual a altura da queda;
  • em qual superfície ele bateu;
  • quais as alterações de comportamento;
  • aparecimento de inchaço em outras partes do corpo.
Fique sempre por perto, de olho nos pequenos, mas permita que eles explore todas as possibilidades de movimento, pois será muito importante para seu desenvolvimento motor. As quedas fazem parte desse processo e na maioria das vezes não oferecem risco. Na dúvida, consulte um médico.